A delegada Jéssica Assis, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, afirmou durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (7) que a versão apresentada por Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, para justificar o assassinato da esposa, Nilza Moura de Sousa, não foi aceita pelos investigadores.
Segundo a delegada, os elementos reunidos durante a apuração indicam que o crime teve como principal motivação o interesse do suspeito no patrimônio da vítima. “A versão apresentada por ele não convenceu a polícia. As investigações apontam que a motivação do crime está relacionada ao interesse patrimonial que ele tinha em relação à vítima”, declarou Jéssica Assis.
De acordo com a DHPP, as evidências coletadas ao longo da investigação contradizem o relato apresentado pelo suspeito e reforçam a hipótese de que o feminicídio foi premeditado.
A delegada destacou ainda que a Polícia Civil reuniu provas técnicas, depoimentos e outros elementos que sustentam a linha investigativa adotada pela equipe responsável pelo caso.
“Os indícios levantados durante as diligências mostram uma dinâmica diferente daquela narrada pelo investigado, fortalecendo a tese de que o crime foi motivado por questões financeiras”, acrescentou.
Jackson Pinto da Silva permanece à disposição da Justiça, enquanto o inquérito policial segue em andamento para a conclusão dos últimos procedimentos investigativos.
















