Por Esportes & Notícias
O senador Wellington Fagundes (PL-MT) admitiu nesta segunda-feira (11/3) que o Partido Liberal (PL) poderá formalizar uma aliança com o Partido Republicanos visando as eleições municipais deste ano. Ele disse que o Republicanos faz parte da base do Governo Federal e poderia haver uma coligação sem problemas, porque no Senado, o partido faz oposição ao PT, e na Câmara apoia o Partido dos Trabalhadores.
“Acho que o Republicanos, nós temos muita proximidade. Então, acho que naquele município que for possível ter a coligação com o Republicanos, nós faremos”, explicou;
Já em Cuiabá, o senador falou que as articulações estão sendo feitas pelo pré-candidato a prefeito da Capital, Abílio Junior (PL) e também pelo presidente do Partido Liberal em Mato Grosso, Ananias Filho.
Essa articulação está sendo feita pelo próprio Abílio, devido ao pré-candidato já ter sido vereador na cidade, atualmente é deputado federal e conhece bem o município. Ananias detalhou que em Mato Grosso, os 10 maiores municípios terão participação do diretório nacional na escolha de partidos que irão se unir na chapa de apoio.
“Está definido assim, as dez maiores cidades, a estadual estará participando de todas as articulações. Nós estamos conversando com os partidos Podemos, estamos conversando com o Novo, estamos conversando”, pontuou o presidente.
União com o PT
Durante o evento de filiação do PL na manhã desta segunda-feira, em Cuiabá, Wellington foi questionado sobre uma eventual união do PT e o PL. Ele citou a polarização em torno dos dois partidos no Brasil, que possuem os maiores nomes da política na atualidade, Bolsonaro e Lula.
Segundo o senador, não existe nenhuma proibição expressa do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro de fazer uma coligação com a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB. Mas afirmou que é muito difícil que isso aconteça a nível nacional.
“Os partidos que formam a federação dificilmente vão coligar, mas não tem proibição expressa. Pode ser que lá no município haja alguma coligação de acordo com a situação local. Então, pelo menos eu não conheço uma proibição expressa, mas existe praticamente uma proibição tácita, dificilmente, PT vai coligar com o PL em qualquer município”, declarou.
















