Por Esportes & Notícias
O deputado estadual, Eduardo Botelho (União), afirmou na manhã desta quarta-feira (11), que todo mundo estava sendo tolerante com os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que realizavam manifestos por todo o país, inclusive acampados em frente a quartéis, porém, eles perderam toda a razão e apoio, quando invadiram a sede dos Três Poderes e depredaram o local.
O presidente da Assembleia Legislativa explicou que a tolerância com os manifestantes se encerrou no domingo (08). Ele alegou que toda manifestação é válida, desde que respeite o direito de outras pessoas.
“Em relação aos acampamentos, todo mundo estava sendo tolerante com isso. O governo do estado estava tolerando, o Exército, todo mundo estava sendo tolerante, até o momento que você extrapola e sai da sua zona e começa a cercear, começa a destruir patrimônio público, ai não dá. Ai acabou a tolerância.Acho que a manifestação é interessante desde que não tire o direito de ir e vir, que não obrigue ninguém, que não agrida a democracia. Do jeito que ficou realmente ficou intolerável”, argumentou Botelho.
Eduardo Botelho ainda defendeu uma punição severa aos apoiadores do manifestos, porque segundo Botelho, os manifestantes foram “jogados” em Brasília sem nenhum tipo de coordenação e muitos estavam fora da realidade dos fatos.
A situação que ele classificou como vergonhosa, vexatória e problemática, deve ser estendida aos financiadores do ato.
“Eu tenho dito, as pessoas que estavam lá são as menos culpadas e quem tem que ser mais penalizados são os financiadores, as pessoas que contrataram ônibus e pagaram as despesas para eles irem, e esse ato envergonhou o país, envergonhou a democracia. Eu estava dizendo que as pessoas que estavam lá estavam desconectadas da realidade, porque as pessoas que entraram lá, achou que já tinha tomado o poder, dizendo ‘olha agora a gente não mais daqui, já tomamos’, são pessoas que estavam desconectadas”, concluiu.


















