Por Esportes & Noticias
O Partido Social Liberal (PSL) acusa o senador Carlos Fávaro (PSD) de propaganda antecipada às eleições para Senado. O que é prática vedada por colocá-lo em vantagem diante dos demais candidato à vaga deixada pela senadora cassada Selma Arruda (Podemos). A sigla acionou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para que apure a conduta do político.
A ação acusa o senador de fazer disparo em massa das ações de seu mandato, o que caracteriza propaganda. Ele pode, sim, divulgar seu trabalho. No entanto usar números telefônicos para a enxurrada de conteúdo é prática ilegal.
Por conta disso, o partido quer que a Justiça Eleitoral proibia Fávaro de continuar os envios em massa e informe se contratou empresa especializada para tanto. No pedido, o PSL quer que seja exigido às operadoras de telefonia que informa a titularidade de alguns números autores dos disparos via whats app.
Fávaro assumiu o cargo em março, após decisão judicial do Supremo Tribunal Federal (STF). A determinação atendeu ao apelo do governador Mauro Mendes (DEM) que alegou prejuízo ao Estado por ficar sem um representante no Senado, após a saída de Selma Arruda. O gestor pedia que o terceiro colocado, Fávaro, assumisse interinamente a vaga.
Selma foi condenada por caixa 2 e abuso de poder econômico. Ela recorreu a todas as instâncias para tentar reverter o quadro, mas não houve alternativa.
As eleições para Senado em Mato Grosso ainda não têm data marcada, apesar de ser cogitada votação junto com o pleito municipal. A medida visa economia de dinheiro e diminuição do risco de contaminação pelo novo coronavírus.
















