Uma servidora da Prefeitura de Ribeirãozinho foi demitida após um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) apontar irregularidades funcionais, entre elas a apresentação de um suposto atestado médico adulterado. A decisão foi assinada pelo prefeito Danilo Domingos no último dia 4 de maio.
Segundo a investigação interna, a então monitora da Secretaria Municipal de Educação acumulava faltas e atrasos sem justificativas consideradas válidas pela administração pública. O caso ganhou gravidade após a comissão identificar indícios de alteração no período de afastamento de um atestado médico apresentado pela servidora.
No relatório final, a comissão concluiu que houve quebra de confiança e conduta incompatível com o serviço público. A prefeitura destacou que o processo garantiu direito à defesa e ao contraditório durante toda a apuração.
Ao confirmar a exoneração, o prefeito afirmou que as provas reunidas demonstraram irregularidades graves e afronta à moralidade administrativa. A decisão também cita que a apresentação de documento adulterado não pode ser tratada como falha simples, mas como infração grave dentro da administração pública.
A ex-servidora ainda poderá recorrer da penalidade aplicada.






















