O sindicato dos policiais penais de Mato Grosso decidiu, em assembleia, manter as atividades até a próxima negociação com o Governo do Estado, agendada para 3 de fevereiro.
A categoria exige valorização profissional e reajuste, com recomposição salarial dos últimos 10 anos e equiparação da remuneração às demais polícias que compõem a Segurança Pública do Estado (Civil e Militar).
Na reunião com o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, na última quarta-feira (5), mas não houve avanços.
A nova decisão foi tomada durante Assembleia Geral Extraordinária realizada na tarde de quarta, no Salão de Eventos da Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar de Mato Grosso (ASSOF/MT), em Cuiabá.
O presidente do Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (Sindspen-MT), Amaury Neves reclamou da data da próxima reunião e disse que os policiais penais permanecerão na luta.
“A data da próxima reunião nos preocupa, pois está muito longe e não é o que gostaríamos, mas o ambiente de negociação foi reconstruído”,
“Vamos continuar com a suspensão do movimento grevista até termos uma resposta concreta por parte do governo e manter o estado de assembleia permanente, até para a categoria ficar em alerta para que assim que houver uma proposta nos reunirmos novamente para decidirmos juntos”, afirmou.


















