Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mauro nega boicote a emendas de Janaina, mas diz que ser da oposição tem seu “ônus”

Governador ressaltou que não tem problema com nenhum deputado, seja da base ou da oposição, especialmente em relação às críticas

publicidade

O governador Mauro Mendes (União) negou que o Executivo esteja boicotando a deputada Janaina Riva (MDB) em relação ao pagamento das emendas parlamentares. No entanto, o gestor afirmou que é natural que emendas de parlamentares da oposição não sejam prioridade dentro do governo e que isso faz parte da democracia. A questão foi levantada pela parlamentar na última semana, ao afirmar na tribuna da Assembleia Legislativa que estaria sendo perseguida pelo chefe da Casa Civil, Fábio Garcia. Segundo Janaina, Fábio declarou que não iria pagar nenhuma das suas emendas.

“Isso não procede. Se a deputada assumiu a questão de ser oposição, como o secretário [Fábio] disse, ônus e bônus. Ele é oposição do Governo Federal, e as emendas dele são as últimas a serem pagas. Isso é natural da democracia, não é novo em Mato Grosso, não é novo no Brasil e é o tratamento que você dá. A oposição gosta de criticar, gosta de falar coisas que muitas vezes não são verdade, e o ônus disso muitas vezes é um relacionamento não sadio com o governo”, disse o governador.

Mauro ressaltou que não tem problema com nenhum deputado, seja da base ou da oposição, especialmente em relação às críticas.

“O governo não tem problema nenhum com deputado que, de vez em quando, critica, porque até eu mesmo, de vez em quando, critico o governo. Eu sou pai e mãe de todos os problemas que existem no estado. Muitos deles vamos resolver e muitos vão continuar para que outros possam resolver. Agora, a relação tem que ser pautada em cima de verdade, lealdade e reciprocidade. Eu não estou querendo ampliar a base nem tirar ninguém da base. Eu quero uma relação honesta com o Governo de Mato Grosso”, pontuou.

Para Mauro, a situação com a deputada Janaina pode ter, acima de tudo, relação com o cenário de 2026, quando tanto ele quanto a emedebista podem buscar uma cadeira no Senado. Mesmo Mato Grosso podendo eleger dois senadores no próximo pleito, o governador acredita que o comportamento dela de oposição pode estar ligado a isso. Mauro também reforçou que não irá antecipar o debate.

“Eu sempre debato eleição no ano eleitoral. Vou continuar agindo assim, não vou ficar antecipando 2026. Tenho mais o que fazer. Tenho certeza de que a grande maioria da população quer saber de obras, entregas, resultados. Esse rame-rame da política interessa aos partidos políticos. Eu não vou entrar em 2026 antes que 2026 chegue”, concluiu o chefe do Executivo estadual.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade