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Empresário é condenado a 22 anos por execução de ex-jogador da seleção de vôlei

Os jurados reconheceram que o homicídio foi triplamente qualificado, praticado por motivo torpe

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O Tribunal do Júri condenou, nesta terça-feira (14), o empresário Idirley Alves Pacheco a 22 anos de prisão em regime fechado pela execução do ex-jogador da seleção brasileira de vôlei Everton Fagundes Pereira da Conceição, de 46 anos, conhecido como “Boi”, em Cuiabá.

De acordo com a decisão, o crime ocorreu em julho de 2025 e teve motivação passional. Os jurados reconheceram que o homicídio foi triplamente qualificado, praticado por motivo torpe, com uso de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

Conforme apurado, Everton foi atraído sob falso pretexto, mantido sob ameaça dentro de um veículo e executado com seis disparos de arma de fogo pelas costas, em via pública.

Além do homicídio, o réu também foi condenado pelos crimes de sequestro, por restringir a liberdade da vítima antes da execução, e coação no curso do processo, após ameaçar testemunhas por meio de videochamadas.

A Justiça determinou a execução imediata da pena e manteve a prisão preventiva do empresário, que não poderá recorrer em liberdade.

Também foi fixada indenização mínima de 60 salários mínimos aos familiares da vítima, por danos morais.

A decisão reforça o entendimento do Judiciário sobre a gravidade do crime e seus impactos.

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