A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) decidiu recorrer ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) após três convocados deixarem de comparecer à reunião realizada na quarta-feira (24). Os empresários Luiz Gustavo Castilho Ivoglo, Osmar Gabriel Schemin e Priscila Parreira Duarte de Menezes apresentaram decisões de salvo-conduto que, segundo suas defesas, os desobrigariam de participar das oitivas. Diante da ausência, a Procuradoria da ALMT foi incumbida de apresentar embargos de declaração para esclarecer se a decisão judicial garante apenas o direito ao silêncio ou também dispensa o comparecimento dos convocados.
Durante a reunião, o presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSD), afirmou que a comissão continuará utilizando todos os meios legais para garantir o andamento das investigações, que apuram cerca de R$ 1,1 bilhão em pagamentos por indenizações realizados pela Secretaria de Estado de Saúde entre 2020 e 2025. Segundo ele, a ausência dos convocados não interrompe os trabalhos, mas pode atrasar a apuração. A próxima sessão da CPI está marcada para o dia 1º de julho, com novos depoimentos previstos.




















