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Pastor afastado de igreja em Cuiabá tenta reverter decisão no TJ

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O pastor e psicólogo Davi Joaquim de Lima recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para tentar anular o afastamento da Igreja Batista Getsemani, em Cuiabá, após admitir publicamente um caso extraconjugal. No recurso, ele busca não apenas retornar à função pastoral, mas também recuperar benefícios como auxílio financeiro e moradia vinculados à instituição.

A defesa sustenta que a exclusão ocorreu sem respeito às regras internas da igreja, apontando falhas no processo que levou à decisão. Segundo os advogados, a assembleia que determinou o afastamento teria desconsiderado garantias básicas, como o direito ao contraditório e à ampla defesa.

O pastor também argumenta que vem sofrendo forte exposição desde que o caso ganhou repercussão, o que teria causado prejuízos à sua imagem e à vida pessoal. Ele afirma estar sem renda, morando de favor e enfrentando problemas de saúde, além de abalo emocional decorrente da situação.

No pedido, a defesa solicita medida urgente para suspender os efeitos da decisão interna da igreja, garantir o restabelecimento do auxílio e assegurar o direito de permanência ou retorno à residência ligada à instituição. Também pede que a igreja evite novas exposições públicas e que seja concedido direito de resposta.

Em decisão anterior, a Justiça de primeira instância negou o retorno ao cargo, destacando a autonomia das instituições religiosas em suas decisões internas. Ainda assim, a defesa insiste que o caso deve ser analisado sob o aspecto legal, argumentando que essa autonomia não pode se sobrepor às normas e direitos previstos.

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