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Natasha chama de “desonesta” omissão de repasses federais em obras de MT

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A pré-candidata ao Governo de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko, criticou neste sábado (20) a forma como o Governo do Estado divulga grandes obras realizadas em parceria com a União. Durante a inauguração do Terminal da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, em Dom Aquino (166 km de Cuiabá), ela afirmou que chega a ser “desonesto” não destacar a participação do Governo Federal nos investimentos.

Segundo Natasha, diversas obras executadas em Mato Grosso contam com recursos federais, mas a contribuição da União seria pouco evidenciada nas divulgações oficiais. “Tem alguns casos em que nem citam o Governo Federal. Isso é realmente até desonesto. Grande parte do dinheiro vem do Governo Federal e a população precisa saber disso”, declarou.

A pré-candidata afirmou que tem percorrido municípios do interior e observado uma diferença na visibilidade dada aos entes responsáveis pelos investimentos. “A gente vê placas enormes do Governo do Estado e placas muito pequenas do Governo Federal, sabendo que é o Governo Federal que vem investindo grande parte dos recursos”, disse.

Questionada se considerava desonesta a divulgação de obras como a ferrovia e programas habitacionais sem o devido destaque aos recursos federais, Natasha reforçou a crítica. “Eu acho que chega a haver desonestidade, sim. Grande parte do dinheiro vem do Governo Federal, então precisamos deixar isso muito claro para a população”, afirmou.

Durante a entrevista, Natasha também defendeu que o debate político em Mato Grosso seja pautado por resultados concretos e não por alinhamentos ideológicos. Ao comentar a polarização entre direita e esquerda, ela argumentou que os eleitores devem avaliar a capacidade dos gestores de resolver problemas da população.

“Mato Grosso tem problemas muito grandes. Não adianta ficar preocupado apenas com questões ideológicas. Temos que votar em pessoas e projetos que estejam comprometidos em resolver os problemas reais”, declarou.

A pré-candidata ainda citou dificuldades enfrentadas nas áreas da saúde, infraestrutura urbana e limpeza pública. “Eu trabalho em posto de saúde e vejo as dificuldades que existem. Quando vemos uma cidade cheia de lixo e de buracos, para mim ela não está boa”, concluiu.

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