O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), saiu em defesa da permanência prolongada do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. Ranalli enfatizou que Eduardo está “exercendo a soberania do Brasil” no exterior, ao buscar apoio internacional contra o que classificou como avanço do “comunismo”. Ele também lembra que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estaria sendo alvo de uma “perseguição judicial” no Brasil e correria risco de prisão caso retornasse ao país.
“Ele está exercendo a soberania do Brasil lá, procurando alguém para nos defender. Para que a gente não fique de calça arriada e de quatro para o comunismo, porque depois que isso for implementado aqui vocês não vão poder perguntar o que quiser e eu não vou poder responder o que quiser. O Eduardo Bolsonaro, hoje, para mim, defende a democracia. E ele não deve voltar, senão vai ser preso. A gente sabe que vive uma ditadura do Judiciário. Eu não quero que um amigo meu seja enviado para a guilhotina”, declarou Ranalli.
O parlamentar cuiabano também criticou o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), que não teria reconhecido formalmente a liderança de Eduardo no PL, o que poderia protegê-lo de eventuais penalidades por ausência nas sessões da Câmara.
“O Eduardo é um amigo pessoal, faz um bom trabalho. Infelizmente, o Motta não dá para esperar um bom trabalho dele. Ontem, numa arbitrariedade, não chancelou o pedido de liderança do Eduardo, o que o livraria de uma eventual cassação por não comparecimento à Câmara”, criticou Ranalli.

















