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Max defende rigor na apuração de escândalo dos consignados: “Terei o maior prazer em abrir CPI”

Foto: Luiz Alves/ALMT

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Diante das denúncias envolvendo contratos de crédito consignado que podem ter causado prejuízos a servidores públicos estaduais, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), defendeu uma apuração rigorosa e afirmou que, se necessário, a Assembleia irá instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso.

“Se tiver as oito assinaturas, eu terei o maior prazer em abrir uma CPI na Assembleia e nós fazermos todo o acompanhamento. Eu acredito muito no Tribunal de Contas, acredito no Ministério Público Federal, no Ministério Público Estadual e na Polícia Civil. Nós esperamos que esses órgãos façam investigação e apurem os ilícitos”, declarou o parlamentar.

O caso ganhou repercussão após denúncias apontarem para uma série de irregularidades nos empréstimos consignados, principalmente nos contratos com a empresa Capital Consig.

Segundo relatório do Procon Estadual, foram identificadas práticas lesivas, como liberação de valores abaixo do previsto nos contratos, repasse de operações a instituições não autorizadas e dificuldades de acesso por parte dos servidores aos próprios contratos.

Para Max, o caso exige responsabilização dos envolvidos, inclusive das instituições financeiras.

“Se teve ilícito, nós temos que punir quem cometeu os ilícitos, ir em cima dos bancos. É diferente do governo federal, que são instituições públicas e isso dificulta rastrear os recursos. Mas os consignados não. São instituições financeiras, e temos como ir atrás e ressarcir o que houve de prejuízo aos nossos servidores”, afirmou.

O deputado explicou ainda que, caso a CPI seja aberta, seu papel será reunir elementos e encaminhar as conclusões para os órgãos competentes, reforçando o compromisso da Assembleia Legislativa com a transparência e a defesa dos direitos dos servidores.

“Se a Assembleia caminhar para uma CPI, ela vai fazer oitivas, levantamentos, e após isso encaminhar para esses órgãos, que farão as ações necessárias com base naquilo que a Assembleia fez de investigação dentro da CPI”, completou Max.

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