Por Esportes & Notícias
O dia do “Orgulho Hétero” aprovado toque de caixa e muito polemizado pela população pela Câmara Municipal de Cuiabá não terá a assinatura do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), que prometeu que vai vetar o projeto. Emanuel sinalizou que a votação vai contra o interesse do povo. Em sua avaliação, o parlamento cuiabano errou a mão ao aprovar algo “melancólico e ruim”. O projeto ainda precisa passar por segunda votação, antes de ir a sansão do prefeito.
“O vereador tem liberdade , mas tem projetos que não condizem com o que a população pensa. A sociedade moderna exige projetos que respeitem os direitos humanos. Portanto, e chegar na minha mesa, veto. Não espero nem 24 horas e veto esse projeto de lei”, enfatizou Pinheiro.
Para Emanuel Pinheiro o Dia do Orgulho Hétero “é inoportuno e sem sentido, além de representar uma violência contra os direitos humanos”. Por isso, espera que em segunda votação o texto seja arquivado. Porém, se passar, será barrado por ele assim que for recebido.
“Veto. Com certeza. Espero que os vereadores, em segunda votação, vetem essa violência contra os direitos humanos, contra os direitos individuais, contra a dignidade humana. Um projeto desses é despropositado, inoportuno e que não tem nem sentido. Você passa o ano inaugurando seu mandato para terminar o ano sendo lembrado pelo Dia do Orgulho Hétero e ter votado contra a isenção da taxa de lixo para famílias carentes. É melancólico isso. Muito triste. Acho que precisa uma reflexão aí”, alertou o gestor.
De autoria do vereador tenente-coronel Paccola (Cidadania), o texto foi apreciado em primeira votação na sessão extraordinária em 21 de dezembro, por 15 votos a 1. Somente a parlamentar Edna Sampaio (PT) foi contrária ao texto.


















