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Pivetta admite má comunicação sobre o Samu e minimiza desligamentos na região metropolitana

Durante coletiva de imprensa, ele disse que o serviço seguirá em funcionamento com apoio do Corpo de Bombeiros, dentro de um modelo de cooperação já firmado pelo Estado
FOTO: Mayke Toscano/Secom-MT

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, do Republicanos, afirmou na quarta-feira (23) que se expressou mal ao tratar das mudanças no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e negou o fim do atendimento na Baixada Cuiabana. Durante coletiva de imprensa, ele disse que o serviço seguirá em funcionamento com apoio do Corpo de Bombeiros, dentro de um modelo de cooperação já firmado pelo Estado.

A polêmica começou após declarações anteriores do governador indicarem que o atendimento do Samu poderia ser substituído pelos bombeiros, a exemplo do que já ocorre em municípios do interior. Depois da repercussão, o discurso do governo foi ajustado para defender atuação conjunta entre as duas estruturas, com prioridade para o atendimento mais rápido à ocorrência.

Na coletiva, Pivetta afirmou que o Samu é um programa federal ao qual os municípios aderem e sustentou que, se o Corpo de Bombeiros estiver mais próximo da ocorrência, o deslocamento deve ser feito por essa equipe. Segundo ele, o objetivo é garantir resposta mais ágil à população.

Ao ser questionado sobre o desligamento de profissionais que atuavam nas bases da região metropolitana, o governador reagiu de forma áspera e minimizou o impacto da medida. Pivetta disse que os contratos não foram encerrados em sua gestão e afirmou que há vagas de trabalho disponíveis na área da saúde.

O secretário de Estado de Saúde, Juliano Mello, também se manifestou e afirmou que não houve demissão, mas vencimento de contratos temporários com duração de dois anos. Segundo ele, o número de desligados foi de 38 profissionais, e não 56, como vinha sendo divulgado, e a medida teve como objetivo ajustar escalas entre as unidades.

Ao encerrar o assunto, Pivetta reafirmou que o Samu continuará funcionando em parceria com os bombeiros e disse que a integração deve melhorar o tempo médio de resposta nos atendimentos de urgência.

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