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Botelho não quer que desapropriação no Contorno Leste vire campo de guerra

Deputado pediu trabalho em conjunto para resolver situação.

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Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), fez um apelo para que a desapropriação da comunidade Brasil 21, no Contorno Leste, não se transformasse em um conflito. Em meio a protestos e operações de despejo, Botelho pediu por soluções pacíficas e colaborativas, evitando acusações que poderiam levar a disputas políticas.

“Não vamos fazer disso um campo de guerra. (…) Todos nós trabalharmos juntos para encontrar uma solução. Não vamos acusar ninguém porque isso vai virar uma guerra política”, destacou.

Os moradores despejados, buscando defender seus direitos, compareceram ao plenário da ALMT. Durante uma sessão, o deputado Valdir Barranco (PT) destacou que a ação de desapropriação contradizia uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), emitida pela ministra Cármem Lúcia.

As negociações foram assumidas pelos deputados Barranco e Wilson Santos (PSD), que se encontraram com os moradores no Palácio Paiaguás. No entanto, foram recebidos com portões fechados, no mesmo dia em que as demolições começaram no Contorno Leste.

A Ávida Construtora e Incorporadora S/A, proprietária do terreno, solicitou ao STF que mantivesse a decisão de desapropriação, argumentando que a ocupação era organizada e que alguns imóveis eram de alto padrão. Apesar dos apelos dos moradores, a ministra Cármem Lúcia negou o pedido de suspensão da reintegração de posse.

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