O juiz da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, João Bosco Soares, decidiu manter a prisão de Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, acusado de matar a esposa, a empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. De acordo com as investigações, a vítima foi morta por asfixia e teve o corpo escondido em uma cova no quintal da residência do casal.
O corpo foi localizado na terça-feira (5), um dia após o registro do desaparecimento. Inicialmente, o suspeito procurou a Polícia Civil alegando que a companheira teria sido vítima de sequestro e chegou a afirmar que estaria sendo extorquido, realizando transferências para tentar obter informações.
Durante as diligências, a versão apresentada começou a levantar suspeitas. A apuração revelou inconsistências, e os policiais encontraram o corpo enterrado no imóvel. Também foi identificado que mensagens supostamente enviadas por terceiros haviam partido do próprio celular da vítima.
Segundo a polícia, o crime teria ocorrido enquanto a empresária dormia. Após o assassinato, o homem ocultou o corpo e passou a simular uma situação de desaparecimento. Há indícios ainda de que ele tentava negociar bens da vítima nos dias seguintes ao crime.
Ao ser conduzido, o suspeito afirmou estar arrependido e atribuiu o ato a conflitos familiares. Ele permanece preso e responderá por feminicídio, enquanto o caso segue sob investigação.




















