O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, admitiu nesta semana que recebeu convite de três partidos, Podemos, Republicanos e PRD, para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas eleições do ano que vem. Apesar do assédio político, ele reforçou que qualquer definição sobre uma possível candidatura só será tomada em 2026.
“Alguns partidos fizeram alguns convites para que eu possa filiar. Existe essas possibilidades, não vou negar e falar que sou ou que não sou, mas eu vou deixar essa discussão para 2026, no momento certo”, afirmou.
Alan destacou que seu compromisso atual segue totalmente voltado à gestão da Educação. Segundo ele, há uma série de entregas previstas e obras em fase final, tanto na Capital quanto no interior, que exigem foco da equipe.
“O nosso foco é continuar fazendo as entregas que a Educação precisa. Tem muitas obras a serem inauguradas, entregues para a população, para os estudantes aqui em Cuiabá, em Várzea Grande e em outras cidades do interior. Nosso foco nesse momento é finalizar esse ano, preparar a semana pedagógica para 2026 e em 2026, sem sombra de dúvidas, será o melhor ano que a Educação vai ter”, afirmou.
Filiado ao União Brasil, o mesmo partido do governador Mauro Mendes, Alan disse que nunca disputou uma eleição e que ainda não entrou no mérito de composição de chapas ou articulações eleitorais. Ele confirma, porém, que recebeu convites de outras siglas, mas que não pretende antecipar o debate.
“Eu nunca fui candidato, eu não sei o que seria a questão de chapa e dessas discussões. Como eu falei, eu estou filiado no União Brasil, então é o partido do governador, é o meu partido. Tenho convites do Podemos, do Republicanos, do PRD e essa discussão tem que acontecer no momento certo, de acordo com o calendário eleitoral. Eu não estou preocupado neste momento em ficar discutindo qual é o partido A, qual é o partido B, até porque minha preocupação é finalizar o ano letivo e começar o ano de 2026 com todos os estudantes em espaços adequados, salas modernas e professores nas salas de aula”, disse.
Questionado sobre quando pretende bater o martelo, ele reforçou que a política não será tratada como prioridade agora.
“No momento certo a gente vai discutir”, finalizou.

















