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“Achamos o Pivetta um bom nome, se Balbinotti não vier”, diz vice do Novo

O Novo considera apoiar Pivetta por sua afinidade ideológica, enquanto descarta qualquer apoio ao senador Wellington Fagundes (PL)
Otaviano Pivetta | Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

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O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) é visto como uma alternativa viável pelo Partido Novo em Mato Grosso para as eleições de 2026, caso o empresário Odílio Balbinotti não concretize sua candidatura ao Governo do Estado, segundo o vice-presidente estadual da sigla, Paulo Henrique Andreani Araújo.

Apesar de priorizar uma candidatura própria com Balbinotti, o Novo considera apoiar Pivetta por sua afinidade ideológica, enquanto descarta qualquer apoio ao senador Wellington Fagundes (PL).

Paulo Henrique destacou que o partido ainda busca consolidar uma candidatura própria, com Balbinotti como principal aposta.

“Se ele aceitar, o Novo será a casa dele. Vamos trabalhar pelo nome dele porque acreditamos muito que é o melhor para Mato Grosso,” afirmou em entrevista ao Jornal da Cultura. Ele lembrou que o empresário, influente no bolsonarismo, já colaborou com o Novo em eleições passadas e foi formalmente convidado a se filiar, com articulações lideradas pelo vereador Wesley Cláudio, de Rondonópolis, e pelo presidente estadual, Sérgio Antunes.

No entanto, Balbinotti enfrenta desafios, como a possível necessidade de desincompatibilização de suas atividades empresariais e a concorrência interna no PL, onde Wellington Fagundes tem maior apoio, conforme indicado por fontes locais.

Caso Balbinotti desista, o Novo vê em Pivetta uma opção alinhada aos seus princípios. “Achamos o Pivetta um bom nome, se o Odílio não vier. O cenário ainda está indefinido. Não falo em plano B, porque é como se fosse pior, mas o Pivetta é uma pessoa que poderíamos apoiar, se não tiver outro nome dentro do partido,” declarou Paulo Henrique, enfatizando ligações ideológicas com o vice-governador, que também busca apoio da direita para sua candidatura ao governo.

Por outro lado, o partido rejeita apoiar Fagundes, sugerindo que ele permaneça no Senado. “O senador Wellington deveria continuar no Senado,” resumiu o dirigente.

O Novo, que busca maior protagonismo em Mato Grosso desde sua fundação, enxerga nas eleições de 2026 uma oportunidade para fortalecer sua atuação, seja com Balbinotti como candidato próprio ou apoiando Pivetta.

A estratégia reflete o desejo de capitalizar a popularidade da direita no estado, evidenciada nas articulações de Balbinotti com lideranças bolsonaristas, como os prefeitos Flávia Moretti (PL) e Abilio Brunini (PL), e sua intenção de obter o aval de Jair Bolsonaro. Enquanto o cenário permanece fluido, o partido mantém conversas para garantir uma posição competitiva no pleito.

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