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Duas frentes e PSD segue indefinido, uma apoia a possível reeleição de Taques, outra pede saída

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Por: Laércio Pato Rocco

Um dos principais aliados do governador Pedro Taques (PSDB), que vai tentar a reeleição nas eleições deste ano, o PSD, do vice-governador Carlos Fávaro, está totalmente dividido em duas alas, com uma apoiando integralmente o atual governo e outro que quer distância de Taques e estar engajada com a oposição ao governo.

A cizânia dentro partido envolve alas apontadas com a mais fortes na sigla e a certeza de que se não houver, nos próximos dias, uma convergência de ideias para seguir um caminho, o partido irá para as eleições deste ano menor do que está e em perigo de perder o maior conjunto de cadeiras do parlamento mato-grossense, que tem hoje.

De um lado do partido está o presidente da sigla, o vice-governador Carlos Favaro, que sonha em disputar o Senado Federal. Não esconde que o ideal é manter a unidade partidária em torno do governador Pedro Taques (PSDB). Afirma que é o melhor para Mato Grosso e que estará trabalhando pela vitória taquista. Mas, e que conta com o apoio dos deputados de seu partido na bancada estadual, sendo eles: Deputado Nininho, deputado Wagner Ramos e Gilmar Fabris, que já contam com confirmação dessa frente de apoio.

Favaro anunciou na terça-feira que pretende disputar o Senado Federal. Afirma ter o apoio de aliados do governador e acredita que permanecer em união ao governo será bom para o Estado.

QUER IR PARA A OPOSIÇÃO

Mas, enquanto Carlos Favaro afirma que a tendência é levar o PP para se manter ao lado do governo nesta eleição, o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, o ex-prefeito Neurilan Fraga, não esconde que o melhor para o partido é pular do barco do timoneiro Taques. Ao avaliar o quadro político sem Blairo Maggi (PP), o partido passa a acreditar em outros campeões de votos.

O presidente da AMM em entrevista ao Esportes & Noticias, garantiu ter o apoio de uma grande parte dos prefeitos de Mato Grosso, tanto da situação quanto da oposição. Que já avisou que define sua possível candidatura a disputa de uma vaga na Câmara Federal, condicionada a esse desligamento do partido ao Governo.

Segundo Neurilan, a militância terá força máxima para a definição do PSD. Aliás, esta militância vem pedido que o PSD se afaste do PSDB, passe a voar por sua própria conta e consiga se reeleger.

 

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