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Sérgio Ricardo rebate Emanuel: “É um absurdo chamar profissionais de nazistas”

Pinheiro havia afirmado que o Hospital São Benedito, uma das unidades sob intervenção, foi transformado em uma “câmara de gás”.

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), Sergio Ricardo, reagiu às críticas do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sobre a intervenção do Estado na Saúde da Capital. Em entrevista à imprensa, nesta quinta-feira (8), o conselheiro disse que as acusações do prefeito são “politiqueiras” e que é um “absurdo” chamar os profissionais da pasta de nazistas.

Pinheiro havia afirmado que o Hospital São Benedito, uma das unidades sob intervenção, foi transformado em uma “câmara de gás”, com o aumento no número de mortes. Sérgio Ricardo, porém, argumentou que a alta de óbitos pode ter sido influenciada pela mudança de especialidades médicas que passaram a ser atendidas no local.

“Essa questão das mortes podiam ter trazidos os questionamentos ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público. Nós vamos investigar porque as informações estão equivocadas. Não adianta ficar jogando informações truncadas à imprensa. Quando um gestor tiver alguma denúncia pode chegar no TCE ou nas instituições. É um absurdo chamar profissionais de nazista, dizer que isso aqui virou uma câmara de gás. Isso é discurso político partidário”, disse o conselheiro.

Ricardo também anunciou que vai determinar a flexibilização do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com a Prefeitura de Cuiabá, diante dos resultados da intervenção. Ele explicou que, após uma vistoria técnica no Hospital São Benedito, constatou-se que há possibilidade de devolver algumas atribuições ao município, como a regulação dos leitos.

“Essa visita foi muito proveitosa e nos leva a compreender que já é possível fazer uma flexibilização no TAC. Como, por exemplo, na regulação, que hoje é feita pelo Estado não está sendo perfeita. Há uma possibilidade de nós devolvermos isso para o município”, citou.

A intervenção do Estado na Saúde de Cuiabá foi determinada pelo TCE em dezembro de 2023, após constatar irregularidades na gestão dos recursos e na prestação dos serviços. A medida vale até junho de 2024.

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