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Sérgio Ricardo cita falta de abastecimento em Chapada e defende trânsito em meia pista

A medida visa minimizar os danos à população de Chapada, que sofre com a falta de abastecimento devido ao bloqueio da estrada por risco de desabamento.
Foto: Thiago Bergamasco/TCE-MT

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O conselheiro Sérgio Ricardo, presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), propôs que uma meia pista seja liberada no viaduto do Portão do Inferno, na MT-251, que conecta Cuiabá a Chapada dos Guimarães. A medida visa minimizar os danos à população de Chapada, que sofre com a falta de abastecimento devido ao bloqueio da estrada por risco de desabamento.

Na sexta-feira (11), o presidente do TCE-MT visitou o local com técnicos do órgão e representantes do governo e do ICMBio. Ele constatou que o nível de risco na área é R4, o que indica uma condição muito alta de novos deslizamentos e quedas de rochas dos paredões.

Mesmo assim, ele acredita que é possível liberar uma meia pista com uma fiscalização rigorosa, permitindo a passagem de um a dois veículos por vez, inclusive caminhões de até seis toneladas, que são necessários para abastecer Chapada.

“Estamos entre a necessidade e a possibilidade. A população de Chapada está sofrendo, tem gente chorando, tem gente que não tem o que comer, porque não tem mais como chegar em Chapada dos Guimarães. Então, neste momento, é só fazer uma fiscalização adequada, não deixar mais de um carro em cima do pontilhão ao mesmo tempo. É só controlar aqui e lá. Pode passar um carro de cada vez, nas duas pistas. É só não acumular e proibir carga pesada. O limite aqui é um caminhão de 6 toneladas que pode abastecer Chapada”.

O presidente do TCE-MT lembrou que o risco de desabamento na região foi detectado há 10 anos, mas nenhuma ação foi tomada. Ele disse que os técnicos observaram rachaduras longitudinais e transversais no viaduto e o deslocamento do guarda-corpo (barreira metálica de segurança).

Ele também ressaltou que a ponte foi construída em 1978 e que nunca recebeu uma grande manutenção. Ele informou que o governo apresentou algumas alternativas, como a construção de um túnel ou de uma nova ponte, similar à Sérgio Motta.

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