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Rejeição e votação pífia

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O ex-faz tudo dos governos Blairo Maggi e Silval Barbosa, Eder Morais, sofreu uma humilhante derrota nas eleições desse domingo (02): obteve apenas 2.920 votos (apenas 0,17% dos votos válidos) disputando pelo Partido Verde (PV). Para quem arrastava um grande número de pessoas para reuniões e alardeava para os quatro cantos que já estava praticamente eleito, o resultado das urnas foi uma grande decepção. Isso porque seu nome aparecia bem cotado em pesquisas, cabeça a cabeça com nomes fortes, como o de Eduardo Botelho, que acabou sendo o terceiro mais votado em Mato Grosso.

Há quem diga que o início do fracasso começou ao ser abandonado por contratados, que se queixavam que não estavam recebendo, o que foi negado por ele, que disse que não tinha nenhum contrato assinado com quem estava reclamando. Em uma mensagem divulgada nesta segunda-feira aos eleitores que lhe confiaram o voto, Eder afirma que a escassez de recursos, aliada a “forte atuação de forças ocultas”, contribuíram para seu fracasso, já que agiram para que ele não recebesse doações para a campanha. Ele se queixa também da investida de adversários a seus apoiadores, que receberam melhor oferta financeira para mudarem de lado. “Nos faltou recursos e não culpo ninguém que optou por mudar de lado. Compreendo e aceito o resultado das urnas com serenidade”, disse Eder Moraes.

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