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Margareth se licencia para se dedicar às articulações de 2026 e José Lacerda assume Senado

A primeira-suplente de Carlos Fávaro afirmou que vai se dedicar as articulações do PP às eleições 2026

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A senadora Margareth Buzetti (PP) afirmou que vai usar o período de licença do Senado, a partir de 1º de outubro, para se dedicar integralmente às articulações políticas do Partido Progressista (PP) com vistas às eleições de 2026.

“Vou me dedicar e contribuir com o Partido Progressista na sua estruturação para as eleições de 2026, ajudando a preparar o projeto político e eleitoral que teremos pela frente”, declarou.

A licença também atende a um pedido de rodízio feito pelo segundo suplente, José Lacerda (PSD), que assumirá a cadeira durante o período.

Buzetti assumiu pela primeira vez o mandato em 2022, por 120 dias, e passou a ocupar a vaga de forma efetiva em 2023, quando o titular Carlos Fávaro (PSD) se licenciou para assumir o Ministério da Agricultura e Pecuária no governo Lula.

Entre os projetos de sua autoria que se transformaram em lei estão o pacote antifeminicídio, que tornou os assassinatos de mulheres um crime autônomo com penas mais severas (Lei nº 14.994/2024), a criação do Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais (Lei nº 15.035/2024) e a lei que ampliou o direito à reconstrução da mama para mulheres que sofreram mutilação, não restrita apenas a casos de câncer (Lei nº 15.171/2025).

Ainda tramitam propostas apresentadas por Buzetti, como o PL 2.810/2025, que prevê medidas mais rígidas contra crimes sexuais envolvendo pessoas vulneráveis, e o PL 854/2025, que trata da regularização ambiental em pequenas propriedades rurais. A senadora também relatou a chamada “Lei Joca”, aprovada no Senado com seu substitutivo, que cria regras para o transporte aéreo de animais domésticos e segue em análise na Câmara.

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