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Julio Campos defende participação ativa da ALMT na discussão sobre moratória da soja e carne

Segundo ele, tal medida pode trazer prejuízos significativos para Mato Grosso
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

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O deputado estadual Julio Campos (União) manifestou sua preocupação e defendeu a participação ativa da Assembleia Legislativa na discussão sobre a moratória da soja e da pecuária que está em pauta no Congresso Nacional.

Segundo ele, tal medida pode trazer prejuízos significativos não apenas para Mato Grosso, mas também para outros estados da região Centro-Oeste do Brasil.

“Estamos extremamente preocupados. A moratória da soja e da pecuária representa uma questão de extrema gravidade que afeta diretamente a principal atividade econômica de Mato Grosso, assim como do Centro-Oeste e de todo o país”, declarou o deputado na manhã de terça-feira (30).

Resumidamente, a moratória é um acordo firmado por empresas que se comprometem a não adquirir soja e carne oriundas de áreas desmatadas no bioma Amazônico, mesmo que o desmatamento tenha sido realizado legalmente.

O setor agropecuário expressa grande inquietação com a imagem negativa que vem sendo associada aos produtores rurais, apesar de estes estarem em conformidade com as leis ambientais vigentes. Adicionalmente, há críticas à moratória devido aos possíveis impactos econômicos negativos que ela poderia causar ao estado.

Os produtores e entidades do setor acreditam que a moratória pode ser uma estratégia para conter o desenvolvimento do Brasil e favorecer a expansão comercial de nações concorrentes.

“A produção agropecuária brasileira atualmente supre o mercado internacional de alimentos. Quando certos países impõem conveniências pessoais que resultam na proibição da moratória em uma vasta área do território nacional, isso é extremamente prejudicial e não é algo com o qual possamos concordar. Estaremos vigilantes e atuantes. É imprescindível que a Assembleia Legislativa se envolva decisivamente para rejeitar essa moratória”, concluiu Julio Campos.

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