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Fábio Garcia diz que União terá convenção e admite decisão nacional sobre candidatura ao Governo

Ele também não descartou que a direção nacional da sigla intervenha para dar a palavra final em caso de divergência interna
Fábio Garcia

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O deputado federal Fábio Garcia (União) afirmou nesta segunda-feira (11) que o União Brasil terá convenção própria para definir seus encaminhamentos eleitorais em Mato Grosso, inclusive sobre a possibilidade de lançar o senador Jayme Campos como candidato ao Governo do Estado. Ele também não descartou que a direção nacional da sigla intervenha para dar a palavra final em caso de divergência interna.

O União Brasil integra uma federação com o Progressistas, mas, segundo Garcia, cada partido realizará sua própria convenção. Depois disso, uma comissão estadual da federação, formada por cinco membros, deverá analisar os resultados e participar da definição conjunta.

“Vamos ter a nossa convenção do União Brasil, e o PP vai ter uma convenção do PP. Existe uma comissão da federação instituída com cinco membros. Essa comissão vai analisar e decidir sobre o resultado das convenções de cada um dos partidos”, afirmou.

De acordo com o deputado, se União Brasil e PP adotarem posições diferentes, essa instância da federação será acionada no processo decisório. Ele explicou ainda que o estatuto permite que a cúpula nacional chame o caso para si e decida os rumos da sigla no Estado.

A discussão ocorre em meio à indefinição sobre o papel do União Brasil na disputa ao Governo. O partido tem como pré-candidato ao Senado o ex-governador Mauro Mendes, que declarou apoio ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos) antes de deixar o comando do Palácio Paiaguás.

Por outro lado, Jayme Campos e outros dirigentes defendem que o União Brasil tenha candidatura própria ao Governo de Mato Grosso. O prazo final para realização das convenções partidárias é 5 de agosto.

Garcia afirmou que, no União Brasil, a convenção reúne muitas lideranças com direito a voto, entre prefeitos, ex-prefeitos e outros convencionais. Segundo ele, caso haja divergência entre as decisões partidárias, o tema ainda poderá passar pela comissão da federação e, eventualmente, pela direção nacional.

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