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Família contesta versão da PM e diz que servidor tentava tirar a própria vida em Cuiabá

Valdivino estaria tentando tirar a própria vida quando a enteada chegou à residência

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Familiares do servidor público Valdivino Almeida Fidelis contestaram a versão inicial apresentada pela Polícia Militar sobre a ocorrência registrada na noite de segunda-feira (11), no bairro Goiabeiras, em Cuiabá, que terminou com a morte do homem durante uma intervenção policial.

Segundo relato de familiares, Valdivino estaria tentando tirar a própria vida quando a enteada chegou à residência e iniciou uma conversa com ele na tentativa de acalmá-lo. Conforme a família, alguém teria acionado a polícia ao perceber a movimentação no local.

Ainda de acordo com os parentes, o homem não mantinha a jovem refém e possuía forte vínculo afetivo com ela, descrita como “filha única” e “enteada única”. A família também afirmou que a arma utilizada por Valdivino era registrada e que ele possuía porte legal.

Os familiares disseram ainda que o servidor não tinha antecedentes criminais e trabalhava no Liceu Cuiabano como funcionário público.

Já a Polícia Militar informou que as equipes foram acionadas inicialmente para uma ocorrência de possível cárcere privado e ameaça contra uma mulher dentro da residência. Conforme a corporação, vídeos e informações recebidas pelas equipes mostravam o suspeito armado no interior do imóvel.

Segundo a PM, os policiais entraram na residência após avaliarem risco iminente à vítima. A corporação afirma que, ao abrir a porta, o homem teria levado a mão em direção à arma ao receber ordens para se render, situação que motivou a intervenção policial.

Ainda conforme a versão policial, a ação teve como objetivo impedir um possível feminicídio e preservar a vida da jovem que estava no imóvel. A Politec realizou os trabalhos de perícia. O corpo foi encaminhado ao IML. O caso é investigado pela Polícia Civil.

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