Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Deputado lamenta desorganização em audiência pública onde professora foi pra cima de PMs

Pais de alunos buscam o cancelamento da audiência pública e farão um abaixo assinado para cancelar o ato

publicidade

Por Esportes & Notícias

Mais uma vez a audiência pública que aconteceu na Escola Estadual Adalgisa de Barros, na cidade de Várzea Grande, não seguiu os moldes de civilização e um total desrespeito foi presenciado no local na noite desta terça-feira (23). Elizeu Nascimento (PL), o único deputado estadual de direita que participou do ato para defender a implantação da escola militar na unidade, lamentou a desorganização.

Ao chegar na escola, foi possível ver um caminhão de som alugado por sindicalistas, que segundo militares do 4º Batalhão, o veículo esteve em frente a escola desde o período da tarde. Já na escola, onde aconteceu a audiência, centenas de pais, alunos e militantes convocados por partidos de esquerda e Sintep, estiveram no local.

O deputado e os policiais militares que ali estavam foram hostilizados pela maioria dos manifestantes, e Elizeu defendeu a audiência organizada para o debate.

“A audiência pública é uma ferramenta para que seja debatido temas de relevância e também dessas discussões se tomam decisões. Hoje nós estamos aqui para poder participar da audiência pública que é uma audiência que a Seduc está realizando em conjunto com a Polícia Militar. Sou presidente da Comissão de Segurança Pública e fomos convidados para poder participar”, disse o deputado.

O deputado esperava um debate cívico e explicou para a imprensa que a Escola Militar do governo de Mato Grosso tem dado resultado buscando todas as etapas de média anual dos alunos, onde o modelo militar tem apresentado bons índices de avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Quando a audiência começou e um representante da Seduc começou a ler como funcionaria a audiência, alunos e militantes começaram a gritar dentro do ginásio se tornando inaudível a fala do servidor público. Ficou acordado que os defensores da escola militar teriam 15 minutos para a defesa do modelo, e os contrários 15 minutos para explanar o porquê são contras.

No entanto, quando o tenente-coronel PM Wellington foi explicar aos presentes como funcionaria a escola, foi provocado por uma professora que partiu para cima do militar causando tumulto no local e inflamando os contrários ao modelo a avançar contra os policiais. (Veja o vídeo).

A partir deste momento, a audiência deixou de ser organizada e passou a ser um manifesto de gritos, insultos, provocações e ataques contra os policiais, deputado Elizeu e servidores da Seduc. A Polícia Militar que esteve no local, agiu pacificamente.

“Existe uma manipulação muito forte de membros da esquerda, membros do partido dos trabalhadores, inclusive com aluguel de carro de som, colocado o dia todo com toda essa máquina pública da esquerda está sendo explorada, tentando induzir os alunos a levar por esse lado que a Escola Militar não é uma boa opção. Inclusive citaram inúmeros tipos de situações que venham criar um certo terrorismo na cabeça desses jovens, adolescentes do que é uma escola cívico-militar. Eu posso dizer claramente que uma escola militar funciona. Na minha família tenho dois filhos mais velhos que são oriundos da escola cívico-militar, onde estudavam para onde passaram a estudar, eu tenho a plena certeza que o assédio na porta da escola para consumo de drogas, crime, jovens que iam armados para a escola, isso acabou e tenho certeza que para muitos pais têm funcionado”, explicou.

O deputado ainda citou o exemplo da Escola Estadual Presidente Médice, que se tornou militar. Antes da militarização, Elizeu Nascimento lembrou que a tradicional unidade de ensino haviam apenas 600 alunos, com a chegada da administração militar do Corpo de Bombeiros, hoje são mais de 1.800 alunos matriculados na escola com fila de espera para novos alunos.

Pais de alunos buscam o cancelamento da audiência pública e farão um abaixo assinado para cancelar o ato.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade