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Após ausência de Jayme, Mauro manda recado: “Não é Mauro Mendes que decide”

Mauro também voltou a descartar a possibilidade de realização de uma pré-convenção para antecipar a definição das candidaturas ao Governo do Estado e ao Senado

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Durante o lançamento oficial de sua pré-campanha ao Senado Federal nesta segunda-feira (23), o ex-governador, Mauro Mendes, minimizou a ausência do senador Jayme Campos no evento e afirmou que o processo de definição das candidaturas da federação União Progressista seguirá rigorosamente as regras partidárias, cabendo à convenção a palavra final sobre a disputa eleitoral de 2026.

Ao falar sobre a decisão de Jayme de não comparecer ao lançamento de sua pré-campanha e se a presença do senador faria falta ao ato político, Mauro afirmou que o correligionário está legitimamente construindo seu próprio projeto eleitoral e que não há qualquer anormalidade no movimento.

“O Jayme está construindo a sua candidatura, e eu já falei sobre isso muitas vezes. Qualquer membro do partido pode pleitear a vaga de senador, de deputado federal, deputado estadual, governador, de qualquer cargo. Ele está fazendo a campanha dele, é legítimo que faça, qualquer um pode fazer. Então não tem nada de anormal em ele continuar fazendo o trabalho dele, assim como eu vou fazer o meu e outros farão os seus”, declarou.

O governador disse que a definição dos nomes que disputarão os cargos majoritários e proporcionais será tomada apenas durante as convenções partidárias, previstas para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto. Segundo ele, a escolha não dependerá de decisões individuais, mas sim do voto dos convencionais.

“A decisão será da convenção. São 50 convencionais que vão decidir os destinos da União Brasil, não é Mauro Mendes e nem muito menos A, B ou C”, afirmou.

Mauro também voltou a descartar a possibilidade de realização de uma pré-convenção para antecipar a definição das candidaturas ao Governo do Estado e ao Senado. Segundo ele, esse mecanismo não está previsto nos estatutos partidários e, por isso, não pode ser adotado.

“Não existe esse instrumento na regra partidária. Eu não tenho poder, e ninguém aqui tem, para criar uma regra partidária que não existe nos estatutos do partido. Ponto final”, declarou.

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