Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Wellington cobra Estado mais forte e diz que brasileiros vivem reféns da criminalidade

Ao citar a realidade de Mato Grosso, Wellington criticou a redução do efetivo policial e cobrou maior valorização dos servidores da segurança pública

publicidade

O senador Wellington Fagundes (PL) defendeu que o foco do debate sobre a criminalidade no Brasil deve estar no fortalecimento das ações de segurança pública, e não na nomenclatura atribuída às facções criminosas. A declaração foi dada ao comentar a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas, tema que também vem sendo discutido por parlamentares brasileiros em diálogo com autoridades norte-americanas.

Para o senador, a principal preocupação da população é que o Estado seja capaz de combater de forma eficiente o avanço do crime organizado, independentemente da classificação jurídica adotada. Segundo ele, o enfrentamento da violência exige integração entre os governos federal e estaduais, investimento em inteligência policial e valorização das forças de segurança.

“Não interessa se é terrorista, se é criminoso, se é bandido, se é crime organizado. O que interessa para o cidadão é que se combata o crime, que tenha ação efetiva do Estado brasileiro”, afirmou.

Ao citar a realidade de Mato Grosso, Wellington criticou a redução do efetivo policial e cobrou maior valorização dos servidores da segurança pública. De acordo com ele, o governo estadual também deveria garantir o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), mecanismo de recomposição salarial dos servidores.

O parlamentar ressaltou que o combate às organizações criminosas depende de planejamento e inteligência, além de melhores condições de trabalho para os profissionais da área.

“O combate ao crime organizado se faz com inteligência, com eficiência, com um policial valorizado e com a proteção da família também do policial”, declarou.

Wellington também defendeu uma atuação integrada entre os entes federativos, especialmente em regiões de fronteira. Segundo ele, embora a segurança pública seja responsabilidade dos estados, o governo federal deve atuar de forma mais intensa na proteção das fronteiras por meio das Forças Armadas, em conjunto com as polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal.

Na avaliação do senador, a população vive uma crescente sensação de insegurança, o que reforça a necessidade de medidas concretas para enfrentar a criminalidade.

“O que precisa é da segurança ao cidadão, que hoje até para levar a criança na escola as pessoas estão com medo. Isso nós não podemos aceitar”, concluiu.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade