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IBGM discute com o TCE ações voltadas ao desenvolvimento sustentável da atividade mineral em MT

O diretor regional do IBGM em Mato Grosso, apresentou o projeto “Ouro sem Mercúrio”, em que seis mineradoras da Baixada Cuiabana são participantes.
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O diretor regional do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) em Mato Grosso, Roberto Cavalcanti reuniu-se nesta semana com as integrantes da Comissão Permanente de Sustentabilidade e Meio Ambiente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sabrina Ely Gouvea e Magna Stella Rosa, para apresentar o projeto “Ouro sem Mercúrio” e discutir ações voltadas ao desenvolvimento sustentável da atividade mineral no estado.

Durante o encontro, Roberto Cavalcanti destacou as diretrizes do projeto, que propõe alternativas para a mineração de pequena e média escala com foco na preservação ambiental, inovação tecnológica e utilização de inteligência artificial para aprimorar o controle e a gestão da atividade.

Segundo o diretor regional do IBGM, a iniciativa busca construir uma atuação conjunta entre as instituições para contribuir com o ordenamento da mineração em Mato Grosso.

“A proposta é elaborarmos um documento para que possamos, através dessa análise, apresentar o Projeto Ouro sem Mercúrio ao TCE. O Instituto elaborou uma proposta voltada para a mineração de pequena e média escala, sob a perspectiva ambiental e da inteligência artificial. Vamos colocar esse material à apreciação do Tribunal para que seja analisado e, estando de acordo, possamos firmar um termo de cooperação. O objetivo é que o IBGM, que atua nacionalmente na verticalização da cadeia produtiva do ouro, possa colaborar com o TCE na organização das questões relacionadas à mineração e ao meio ambiente em Mato Grosso”, destacou Cavalcanti.

Sabrina ressaltou que a proposta chega em um momento estratégico, uma vez que a comissão trabalha atualmente na elaboração de uma nota recomendatória relacionada à exploração mineral.

“Estamos confeccionando uma nota recomendatória relacionada à exploração de minério. Vamos encaminhar as informações para avaliação do secretário Adriangelo Antunes, para que possamos aperfeiçoar os estudos técnicos da Comissão frente ao tema. Além disso, que possamos em um momento oportuno verificar a colaboração e a possibilidade do termo de cooperação entre as instituições”, afirmou Gouvea.

Ela destacou ainda que o Tribunal acompanha a tramitação de projetos relacionados à mineração na Assembleia Legislativa e poderá colaborar com as discussões que envolvem o setor. “Vamos acompanhar o projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa e avaliar como podemos contribuir. Agradecemos toda a colaboração e os conhecimentos compartilhados, que certamente contribuirão para os trabalhos desenvolvidos pela comissão”, acrescentou.

Sobre o IBGM

O Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) é a principal entidade representativa da cadeia produtiva de gemas, joias e metais preciosos no país. Há mais de cinco décadas, atua na promoção da competitividade, sustentabilidade e legalidade do setor, conectando a mineração, a indústria e o design brasileiro aos mais altos padrões internacionais de governança e rastreabilidade.

O IBGM tem liderado iniciativas pioneiras que se tornaram referências nacionais em integridade e conformidade, como o Projeto “Ouro Sem Mercúrio”, fortalecendo a transparência e a credibilidade do setor mineral e joalheiro. Sua missão é integrar, representar e fortalecer todos os elos da cadeia, da mineração à joalheria, promovendo inovação, valorização do produto brasileiro e acesso a mercados, com base em ética, transparência e responsabilidade socioambiental. Saiba mais em https://ibgm.com.br

Com Assessoria de Imprensa IBGM

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