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Max Russi afirma que acionará Justiça após ser alvo de fake news e perseguição nas redes

Presidente da ALMT defendeu responsabilização de perfis envolvidos em ataques virtuais investigados na Operação Stop Hate

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), declarou nesta quarta-feira (20) que irá adotar medidas judiciais contra autores de ataques e conteúdos falsos divulgados nas redes sociais. O parlamentar aparece entre as vítimas investigadas na Operação Stop Hate, deflagrada pela Polícia Civil em Rondonópolis.

Max criticou o uso das plataformas digitais para disseminação de ofensas, calúnias e informações sem comprovação. Segundo ele, a internet não pode ser utilizada como ambiente livre de responsabilização.

“Acredito que as plataformas digitais e as redes sociais não podem ser vistas como um espaço sem responsabilidade. É preciso compromisso com a verdade e respeito às pessoas”, declarou o parlamentar.

O deputado informou ainda que já apresentou denúncia formal às autoridades e afirmou confiar na atuação da Justiça e das forças de segurança responsáveis pela investigação.

“Busquei meus direitos, apresentei denúncia e prestei depoimento. A Justiça está agindo”, disse.

Sem detalhar todos os casos investigados, Max Russi afirmou que parte dos ataques teria sido promovida por perfis falsos criados para divulgar informações inverídicas e atingir agentes públicos. O parlamentar ressaltou que críticas fazem parte do debate democrático, mas considerou que ataques pessoais e acusações sem provas ultrapassam os limites da liberdade de expressão.

“Tomarei as medidas legais cabíveis diante de qualquer disseminação de inverdades”, pontuou.

As declarações ocorreram no mesmo dia em que a Polícia Civil de Mato Grosso realizou a Operação Stop Hate, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI). A ação investiga crimes de perseguição, calúnia, difamação e injúria qualificada praticados contra autoridades dos poderes Executivo e Legislativo.

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar, além de duas medidas cautelares em Rondonópolis. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, no polo de Cuiabá.

Conforme as investigações, perfis em redes sociais, principalmente no Instagram, vinham sendo utilizados para divulgar conteúdos ofensivos, acusações sem comprovação e vídeos manipulados com uso de inteligência artificial contra figuras públicas. Entre os alvos citados estão o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, e o deputado Max Russi.

A apuração também inclui publicações que teriam atribuído falsamente um homicídio a um secretário municipal de Rondonópolis, além de conteúdos relacionando integrantes da administração municipal a supostos esquemas de corrupção sem apresentação de provas.

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