O governador Otaviano Pivetta afirmou nesta segunda-feira (11) que o desenvolvimento de Mato Grosso depende da união entre o Governo do Estado e as prefeituras. Em discurso marcado por críticas indiretas à atuação do Governo Federal, o republicano defendeu que prefeitos, vereadores e deputados atuem de forma conjunta para atender às demandas da população.
Segundo Pivetta, a gestão estadual não pode esperar apoio da União para executar obras e políticas públicas consideradas prioritárias. “Nós, Estado e municípios, temos que dar as mãos e fazer as coisas que precisam ser feitas. Vereadores, deputados e prefeitos, nós temos que ouvir, respeitar e capturar o sentimento da sociedade que representamos todos os dias”, declarou.
O governador também destacou a relação construída entre o Palácio Paiaguás e a Assembleia Legislativa desde 2019, classificando o Legislativo estadual como peça fundamental para a recuperação financeira e administrativa do Estado. Durante a fala, ele citou a parceria política mantida com o governador Mauro Mendes e com o deputado estadual Eduardo Botelho.
“Estamos trabalhando sintonizados, trabalhando duro todos os dias, cada um cumprindo a sua missão. Eu e o Mauro não temos nenhuma dificuldade em falar sobre essa parceria de quase oito anos. O Botelho também nos ajudou muito em todas as leis necessárias para devolver o Estado ao povo de Mato Grosso. Conseguimos curar o Estado da situação doentia em que estava”, afirmou.
Em meio ao cenário de pré-campanha para 2026, Pivetta voltou a defender posicionamentos ligados à direita política, mas ponderou que o foco da gestão deve permanecer nos resultados administrativos. “Nós podemos e temos a nossa posição político-ideológica. Eu não tenho dúvida de que a minha trajetória e tudo o que fizemos na vida foram pautados pelo que a direita sempre defendeu: trabalho, resultado e gastar com qualidade”, disse.
Ao encerrar o discurso, o governador afirmou que a reta final do atual mandato será concentrada em áreas consideradas estratégicas, como educação, saúde e infraestrutura. Segundo ele, a prioridade será acelerar entregas e ampliar serviços públicos antes do próximo ciclo eleitoral.
















