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Arrecadação de MT cresce em 2026 e já supera em quase R$ 2 bilhões mesmo período do ano passado

A política fiscal adotada pelo governo estadual mantém a linha de crescimento já observada na gestão do ex-governador Mauro Mendes, quando Mato Grosso atingiu, em 2025, um recorde histórico de arrecadação
FOTO: SECOM-MT

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A arrecadação de impostos em Mato Grosso segue em ritmo de crescimento em 2026 e já indica novo avanço nas receitas estaduais. Entre janeiro e abril deste ano, o Estado somou R$ 24,349 bilhões em tributos, valor cerca de R$ 2 bilhões superior ao registrado no mesmo período de 2025. O desempenho reforça a tendência de alta observada nos últimos anos e sinaliza possível superação da previsão orçamentária para o exercício atual.

Os dados mostram uma evolução consistente mês a mês. Em janeiro, foram arrecadados R$ 6,042 bilhões – aproximadamente R$ 800 milhões a mais do que no mesmo mês do ano anterior. Em fevereiro, o montante chegou a R$ 6,381 bilhões, seguido por R$ 6,920 bilhões em março. Já em abril, ainda com números preliminares, o caixa estadual registrou R$ 5,005 bilhões em receitas tributárias.

A política fiscal adotada pelo governo estadual mantém a linha de crescimento já observada na gestão do ex-governador Mauro Mendes, quando Mato Grosso atingiu, em 2025, um recorde histórico de arrecadação. Naquele ano, a receita bruta somou R$ 70,269 bilhões, superando em quase R$ 10 bilhões a estimativa inicial da equipe econômica, que previa cerca de R$ 60,7 bilhões ao longo dos 12 meses.

Para 2026, a Lei Orçamentária Anual (LOA) projeta arrecadação de R$ 40,2 bilhões. No entanto, considerando o desempenho do primeiro quadrimestre, a tendência é de que o Estado ultrapasse essa previsão, caso o ritmo de crescimento se mantenha nos próximos meses.

Especialistas apontam que fatores como o aquecimento do agronegócio, principal motor econômico do estado, o aumento da atividade comercial e a eficiência na fiscalização tributária contribuem para o resultado positivo. Ao mesmo tempo, o crescimento da arrecadação amplia a capacidade de investimento público, mas também impõe o desafio de equilibrar gastos e garantir a aplicação eficiente dos recursos.

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