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R$ 1,8 milhão em caixa, zero para jogadores: Ex-integrantes denunciam Operário VG

Após quase quatro meses da conquista histórica, promessa segue não cumprida e silêncio da diretoria revolta elenco
Francisco Alves

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Ex-jogadores e ex-integrantes da comissão técnica do Operário Várzea-grandense acusam a diretoria do clube de não cumprir a promessa de pagamento da premiação pela histórica classificação à segunda fase da Copa Betano do Brasil 2025. A informação inicial é do canal Na Coruja.

Segundo os profissionais, a diretoria havia prometido verbalmente o valor de R$ 12 mil a cada membro do elenco como recompensa pela vitória sobre o Sport Recife, resultado que garantiu ao clube um total de R$ 1,83 milhão em cotas repassadas pela CBF. Quase quatro meses após a conquista, nenhum dos envolvidos recebeu o valor prometido.

As cobranças começaram assim que o time encerrou sua participação no Campeonato Mato-grossense. Inicialmente, o presidente do clube afirmou que os recursos ainda não haviam sido depositados pela CBF. No entanto, os próprios atletas confirmaram que o valor já estava disponível para o clube. Diante disso, o dirigente passou a alegar que os recursos estariam bloqueados devido a uma ação judicial de 1989, mas até o momento não apresentou nenhuma documentação que comprove a alegação.

Desde então, os ex-profissionais relatam dificuldade de contato com a diretoria, com mensagens e ligações sendo ignoradas ou respondidas com novas promessas não cumpridas.

Diante da situação, os envolvidos estudam ingressar com uma ação judicial coletiva para garantir o pagamento dos valores devidos. A possibilidade de inclusão da rescisão contratual também está sendo considerada como forma de assegurar o cumprimento do acordo verbal.

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