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Júlio Campos diz que acomodação de candidatos será complicada caso federação seja criada

Júlio ressaltou que a dificuldade também seria em relação a candidatura majoritária, já que os três partidos possuem nomes cotados para entrarem na disputa pelo Governo do Estado em 2026

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O deputado estadual Júlio Campos (União) expressou preocupação com a possível federação entre o União Brasil, o Republicanos e o PP. Segundo o parlamentar, a formação de uma federação entre os partidos poderia gerar desafios, principalmente pela presença de vários candidatos naturais a cargos importantes, como deputados estaduais e federais. De acordo com Júlio, será difícil acomodar todos os candidatos.

“O União Brasil tem hoje sete candidatos naturais, que já são parlamentares. Além de mim, temos Eduardo Botelho, Sebastião Rezende, Beto Dois a Um, e dois suplentes que frequentemente assumem, que é o Gilberto Figueiredo e o Xuxu Dal Molin. Então não poderia ter nenhum ex-prefeito, prefeito querendo ser candidato. É complicado essa possível federação a nível a acomodação de deputados estaduais e federais “, explicou

Júlio ressaltou que a dificuldade também seria em relação a candidatura majoritária, já que os três partidos possuem nomes cotados para entrarem na disputa pelo Governo do Estado em 2026.

“Pelo União Brasil, temos Jayme Campos; pelo Republicanos, Otaviano Pivetta; e pelo PP, Cidinho Santos. A acomodação seria muito difícil”, avaliou o deputado, sugerindo que, para viabilizar uma composição, seria necessário escolher um candidato ao Senado e outro para vice-governador.

O parlamentar ainda destacou a relevância do relacionamento de Jayme Campos, vice-presidente nacional do União Brasil, com a direção nacional do partido, o que o torna uma figura importante nesse processo de negociações, mas ressaltou que é importante que o partido consulte os eleitores e lideranças a nível estadual.

“O senador Jayme Campos é um homem muito bem relacionado, tanto com a direção nacional quanto com o nosso presidente [Antônio] Rueda. O que interessa para nós é que ouçam as bases partidárias”, explicou Júlio.

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