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Botelho repudia ação do MP sobre policiais que prenderam jovem assassino de motoristas de aplicativos

O chefe do Legislativo anunciou que proporá uma moção de aplauso em reconhecimento ao trabalho desses policiais.
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho (UB), se manifestou contra a ação do Ministério Público (MP) que solicitou um inquérito contra policiais acusados de agredir um dos assassinos dos motoristas de aplicativo mortos em Várzea Grande, que alegou ter sido agredido pelos agentes.

Em conversa com o Esportes & Notícias, na manhã desta segunda-feira (22), Botelho expressou seu apoio aos policiais e anunciou que proporá uma moção de aplauso em reconhecimento ao trabalho desses policiais.

“Com todo respeito ao trabalho do promotor, ele devia ouvir a comoção popular primeiro, né? Que a comoção popular e o depoimento dos próprios menores, daquele maior que eles demonstram totalmente desprezo pela vida humana e inclusive demonstraram prazer, e eles não apanharam nada, muito pelo contrário, os policiais foram heróis, pegaram rapidamente e eu repudio essa atitude aí do promotor, o defensor que queira pedir para abrir essa investigação aí contra os policiais”.

“Muito pelo contrário, eu vou propor uma moção de aplauso para esses policiais, porque eles foram eficientes, prenderam esses malandros, esses psicopatas tirando do meio da sociedade”, disse o chefe do Legislativo.

O pedido foi feito durante a audiência de custódia de Lucas Ferreira da Silva, de 20 anos, realizada na última terça-feira (16).

Durante a audiência de custódia, o suspeito foi indagado pelo representante do Ministério Público se havia sido agredido por policiais, e ele confirmou que sim. Lucas também afirmou que as agressões aconteceram na delegacia, o que levou ao pedido de abertura de inquérito.

“Com relação a eventuais abusos praticados pelo policial civil, logicamente este tipo de conduta não se justifica, não encontram amparo legal. Se realmente comprovada, pode caracterizar um crime de lesão corporal ou até mesmo de abuso de autoridade, em razão disso o Ministério Público requer que seja enviado expediente à Corregedoria da Polícia Civil, para que instaure inquérito e apure esta eventual prática de crime por parte do policial, logicamente que nós não temos aqui nenhum elemento a não ser a palavra do custodiado”, disse o representante do MP.

 

 

 

 

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