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Mauro quer que TCU e Cuiabá sejam responsabilizados por acidentes na FEB

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

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O governador Mauro Mendes (União) disse, após se reunir novamente com o ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, na terça-feira (1) que se o órgão e a prefeitura de Cuiabá não recuassem da decisão de barrar a licitação do Ônibus Rápido de Transporte (BRT), deveriam ser responsabilizados pelos acidentes causados nos trilhos do VLT, que já causaram diversas mortes.

“Falei com ele [ministro]. Falei pelo amor de Deus. Estamos lá com gente morrendo na Avenida da FEB, daqui a pouco a Prefeitura de Cuiabá e o senhor terão que ser responsabilizados, porque parar uma obra, por qual motivo?”, questionou o governador.

Mais uma vez, Mauro Mendes lembrou que não há verba federal envolvida no BRT e que, sendo assim, o TCU não tem competência para decidir. “Nessa obra não tem um centavo do governo Federal e nem de órgão federal. O Ministério Público já disse isso declinando de participar de uma ação. Chega a ser, entre aspas, incompreensível, mas eu já compreendo os interesses escusos que talvez estejam por trás disso”.

Vale lembrar que o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu as obras do Ônibus Rápido de Transporte (BRT), escolha do governador Mauro Mendes, que já determinou que sua equipe recorra em todas as instâncias. Ele quer, o quanto antes, iniciar a implantação do novo modal.

“O que o TCU fez não é sério, nem correto. Esta novela para mim está encerrada. Vocês querem que eu ressuscite o filho da corrupção? Já disse e repito. O VLT é filho da corrupção. Nasceu na base da corrupção, por uma falsificação de um parecer, que o próprio TCU condenou o servidor que fez isso”, disse Mauro após decisão que suspendeu o BRT.

Implantação do BRT

A implantação do BRT foi anunciada pelo governador Mauro Mendes em dezembro de 2020, e teve a licitação para as obras lançadas já em 2021. Em março deste ano ocorreu a abertura das propostas, quando o Consórcio Construtor BRT Cuiabá, liderado pela empresa Nova Engevix, sagrou-se vencedor.

O novo modal é orçado em R$ 480,5 milhões – valor que já inclui a realização de todos os projetos básicos e executivos, licenças e outorgas necessárias, e implantação do BRT, com a construção de 46 estações de ônibus, dois terminais, e outras intervenções necessárias.

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