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Wellington Fagundes “foge” dos jornalistas ao ser questionado sobre indiciamento de Bolsonaro

Ao ser alcançado pelos jornalistas, o congressista disse que “não tinha conhecimento sobre o assunto”

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O senador Wellington Fagundes “fugiu”, na tarde desta quinta-feira (21), da imprensa ao ser questionamento sobre o indiciamento de Jair Bolsonaro (PL) e de outras 36 pessoas ligadas ao ex-presidente, no inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado. O congressista disse aos jornalistas que “não tinha conhecimento sobre o assunto”.

A “fuga” ocorreu na saída da Assembleia Legislativa (ALMT) onde o senador participou de uma audiência pública destinada a debater medidas de prevenção e combate aos incêndios florestais no bioma, na Casa Legislativa mato-grossense.

“Eu não vou falar porque eu não sei. Eu não posso comentar aquilo que eu não sei. Eu não tenho conhecimento de nada. Estava aqui o dia inteiro envolvido com isso. Eu não sei”, afirmou ao ser alcançado pelos jornalistas.

A notícia do indiciamento de Bolsonaro e de membros que compunham o seu governo foi publicada pelos principais meios de publicação do Brasil por volta das 14 horas – horário de Mato Grosso. O questionamento a Fagundes ocorreu por volta das 18 horas.

A conclusão do inquérito aponta uma organização criminosa que atuou de forma coordenada na tentativa de golpe para manter Bolsonaro após derrota na eleição de 2022. A investigação começou no ano passado e foi concluída dois dias após a Polícia Federal (PF) prender 4 militares e um policial federal acusados de tentar matar Lula, Alckmin e Moraes.

O relatório final do inquérito, que tem mais de 800 páginas, foi concluído no início da tarde e vai ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação é um desdobramento do inquérito sobre a atuação das milícias digitai que, segundo a PF, se organizaram para atacar a democracia e o Estado democrático de Direito.

Caberá à Procuradoria-geral da República (PGR) denunciar ou não os indiciados ao Supremo. Caso a Corte aceite a denúncia, eles se tornam réus e serão julgados.

Veja o vídeo

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