O pistoleiro Rafael Alan Silva Rodrigues da Silva será julgado no dia 2 de fevereiro em júri popular pelo assassinado do advogado Hur Carlos Santos (38), cometido no dia 21 de maio, em Arenápolis (234 Km de Cuiabá).
As investigações da Polícia Civil concluíram que Rafael da Silva é um pistoleiro de aluguel e agiu a mando de terceiro para matar o jurista.
Rafael foi preso quatro dias depois do crime, em 25 de maio, após o cumprimento do mandado de busca e apreensão em sua residência, onde foram apreendidos roupas e um capacete utilizados no dia do crime.
Ao ser interrogado na Delegacia de Arenápolis, Rafael optou por permanecer em silêncio e falar apenas em juízo. Ou seja, não revelou quem seria o mandante do crime. Para destruir provas, o criminoso jogou o aparelho celular em uma churrasqueira.
O Ministério Público de Mato Grosso pede a condenação por homicídio qualificado, em razão de impossibilidade de defesa da vítima, ter sido cometido mediante recompensa financeira e meio cruel para concretizar o crime.


















