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Pai de aluno que morreu em treinamento dos bombeiros pede que curso seja gravado para evitar futuras mortes

“O que nós queríamos mesmo era a vida do meu filho de volta, então, o que a gente, a briga nossa, é para que evite que uma futura família passe por esse desespero”, disse Cleu Vimar

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Cleu Vimar Selvo Pérez, pai do soldado Veloso, está exigindo medidas de segurança após a morte de seu filho durante um treinamento no Corpo de Bombeiros. Ele pede que os treinamentos sejam gravados como forma de prevenir futuras tragédias.

Em busca de respostas, Cleu Vimar está buscando uma reunião com o governador Mauro Mendes no Palácio Paiaguás nesta quarta-feira (6/3). A família exige uma ação efetiva do Governo do Estado diante do trágico incidente.

“O que nós queríamos mesmo era a vida do meu filho de volta. Não vamos ter. Então, o que a gente, a briga nossa, é para que evite que uma futura família passe por esse desespero que nós estamos”, disse o patriarca da família.

Em entrevista, Cleu Vimar revela que outros alunos confirmam a mesma história, mas prefere não divulgar os detalhes para não prejudicar as investigações em andamento.

O pai destaca que essa não é a primeira vez que uma situação semelhante ocorre, mencionando casos anteriores que não resultaram em punição. Ele clama por mudanças nos treinamentos como forma de evitar futuras tragédias e sugere que os procedimentos sejam gravados.

“Até conversamos ontem na assembleia, nós já estamos puxando para fazer um projeto que no mínimo esse treinamento seja gravado”, disse Cleu.

A mãe de Lucas, Maria do Carmo Veloso Pérez, disse também que o filho tinha o sonho de ser bombeiro e deixou sua carreira estável como engenheiro mecânico para seguir esse objetivo. Embora a família resida em Goiás, ele estava fazendo o curso em Mato Grosso.

Maria do Carmo disse que acredita que o filho será um marco para mudanças nos treinamentos militares. “O legado dele é dessa mudança, que eu acredito que tem que ser feita com projetos de lei, não só de palavra, tem que haver papeis”, afirmou.

Cleu Vimar e Maria do Carmo tem dois filhos, sendo Lucas o mais velho. Esta é a primeira vez que a família tem contato com o governo, e eles esperam que o governador se posicione diante do ocorrido. Maria do Carmo Veloso Pérez, mãe de Lucas, ressalta a importância de mudanças efetivas nos treinamentos e busca por justiça, incluindo a responsabilização dos responsáveis pelo curso.

O pai expressa confiança nas autoridades responsáveis pela investigação e espera que não haja corporativismo. Apesar de não poder permanecer em Mato Grosso por muito tempo, ele se coloca à disposição das autoridades para colaborar e garantir que o caso não fique impune.

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