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Mulher que recebia benefício social movimentou mais de R$ 500 mil para facção, diz Gaeco

O grupo criminoso movimentou cerca de R$ 2,8 milhões durante o período investigado

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Uma das investigadas alvo da terceira fase da Operação Tudo Dois, deflagrada nesta quinta-feira (7) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) em Barra do Garças, chamou a atenção das autoridades após movimentar mais de R$ 500 mil, mesmo sendo beneficiária de programa social do governo.

Segundo o Gaeco, a mulher integra a organização criminosa investigada por envolvimento com atividades ilícitas em Mato Grosso. Conforme as apurações, o grupo criminoso movimentou cerca de R$ 2,8 milhões durante o período investigado.

A operação cumpriu 40 ordens judiciais, sendo 19 mandados de prisão preventiva e 21 mandados de busca e apreensão domiciliar. Entre os alvos também há integrantes localizados na cidade de Aragarças, em Goiás.

De acordo com os investigadores, parte dos suspeitos possui extensa ficha criminal, incluindo pessoas reincidentes e já condenadas por outros crimes, que voltaram a ser identificadas nas novas investigações.

O Gaeco afirmou que a operação representa mais um avanço no combate às organizações criminosas que atuam no estado.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a análise da movimentação financeira do grupo criminoso.

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