O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), afirmou que não há discussão sobre mudança na gestão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e reforçou que o foco deve estar na eficiência do atendimento prestado à população.
A declaração foi dada após manifestações de profissionais da área que estiveram na Casa nesta quarta-feira (06), em reconhecimento ao trabalho de mediação realizado pelo Parlamento estadual em conjunto com a Comissão de Saúde.
Max destacou que a Assembleia tem atuado como espaço permanente de diálogo para acolher e encaminhar demandas dos servidores e da sociedade.
“O agradecimento deles pelo trabalho que a Assembleia fez, junto com a Comissão de Saúde, foi importante nesse debate. A Assembleia sempre está aberta, atendendo todo mundo nos problemas do Estado. Em algum momento, passa pela Assembleia, isso é a casa do povo e nossa obrigação é essa”, afirmou.
O parlamentar ressaltou ainda que o papel do Legislativo é ouvir as demandas e encaminhá-las aos órgãos responsáveis.
“Fazer o atendimento, escutar as demandas, levar ao Poder Executivo ou a quem de direito possa resolver é o que temos feito ao longo da história, e não tem sido diferente agora”, disse.
Segundo ele, as tratativas resultaram em avanços e reconhecimento por parte dos servidores envolvidos.
“Esse caminhamento teve sucesso, os servidores estão felizes, tranquilos e, sem sombra de dúvida, mostram que o trabalho da Assembleia tem dado resultado”, acrescentou.
Apesar das discussões sobre possíveis mudanças no comando do Samu, Max Russi foi categórico ao afirmar que a gestão do serviço permanece sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES).
“A gestão é da Secretaria de Saúde do Estado e, como tal, vai continuar. A gente defende que continue na Secretaria de Saúde”, afirmou.
O deputado reforçou que a prioridade deve ser a qualidade do atendimento à população, independentemente de debates administrativos.
“O que nós queremos, mais do que qualquer discussão, é que o atendimento chegue mais rápido e com mais eficiência. Um minuto, dois minutos, quanto menor for o tempo de resposta, maior é a chance de salvar uma vida”, completou.

















