Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Max defende que Governo compre terrenos para a construção de moradias populares

A manifestação ocorreu após protesto na prefeitura de moradores da área invadida no Contorno Leste; mais de mil famílias pedem a regularização de suas residências

publicidade

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), afirmou que, embora não conheça todos os detalhes da situação dos moradores do loteamento invadido no Contorno Leste, em Cuiabá, reconhece a importância de ampliar as ações para garantir moradias populares no Estado. O deputado declarou apoio a possíveis iniciativas do governo estadual para adquirir terrenos que possam ser utilizados na construção de conjuntos habitacionais, ressaltando a grande carência por moradia em Mato Grosso.

“Quando o Estado compra terrenos para projetos sociais, especialmente na área da habitação, eu apoio integralmente, porque sei da urgência desse tema no nosso estado”, afirmou nesta quarta-feira (2).

O loteamento invadido no Contorno Leste é atualmente habitado por mais de mil famílias, que protestaram na Prefeitura de Cuiabá na última segunda-feira (30) para pedir a regularização de suas residências.

Apesar de ainda buscar mais informações sobre o caso, Max disse que, caso o governo decida pela compra dos terrenos, como sugerido pelo deputado Wilson Santos (PSD), ele dará suporte à iniciativa.

Wilson Santos anunciou nesta quarta um projeto de lei para desapropriar três áreas no Contorno Leste, totalizando 170 hectares, pertencentes a diferentes proprietários, para viabilizar a criação de novos loteamentos populares. Segundo o parlamentar, o projeto segue modelo de legislação aprovada em 1991, que resultou na criação dos bairros Primeiro de Março e Nova Conquista.

Max reafirmou sua posição contra invasões, defendendo o respeito à propriedade privada, mas também enfatizou que o Estado deve buscar meios legais para oferecer moradia adequada. Ele ainda lembrou que o município conta com uma secretaria responsável por assistência social, que deve atuar nessas situações.

“Não sou a favor de invasões e defendo o respeito às propriedades, mas o governo precisa buscar alternativas, seja adquirindo terras públicas ou privadas, para realizar projetos sociais de habitação […] não podemos privilegiar quem invade; ao contrário, o município possui uma Secretaria de Assistência Social que deve atuar nessas situações”, disse.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade