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Mauro vê como natural disputa acirrada entre Wellington e Neri e diz que continua sem definição

O governador reafirmou que os dois candidatos ao Senado que buscam seu apoio possuem predicados; “vamos conversar com lealdade e com o tempo as definições deverão aparecer”
Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

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Em conversa com a imprensa nesta sexta-feira (25), após entrega de máquinas para os municípios, o governador Mauro Mendes (União Brasil) disse que vê como “extremamente” natural a disputa pelo senado entre o deputado federal Neri Geller (PP) e o senador Wellington Fagundes (PL), em busca da reeleição. Reafirmando que não deve nada a ninguém, em relação a um possível apoio, Mendes disse que sua posição não é de neutralidade, mas de indefinição.

“A palavra não é neutralidade, e sim não existe definição. Por enquanto a palavra é: vamos continuar dialogando. É uma disputa extremamente natural. O senador Wellington tem  predicados, o Neri tem predicados, cada um tem sua história, sua trajetória”, disse Mauro Mendes ressaltando que deve existir um pouco mais de conversas pela frente.

Sobre um possível apoio ao senador Wellington Fagundes, conforme conversas que correm nos bastidores, Mendes creditou o assunto a fofocas.

“Eu sempre disse e repito: as pessoas sempre gostam de  acreditar em fofocas, em mentiras, ou em análises. Mesmo que seja uma fofoca ou mentira é uma conjectura uma análise na qual alguns acreditam que é melhor por aqui, outros fazem uma análise na qual melhor é ir por ali, em compreendo as duas analises. Acho que ambas  tem suas razoabilidades, mas eu não devo nada para ninguém”, disse o governador.

Mendes disse ainda que as pressões que vêm sofrendo são naturais na política, já que nunca se consegue aglutinar todos os interesses.

“Vamos dialogar, vamos conversar, com lealdade, com respeito e com o tempo as definições deverão aparecer”, garantiu.

A respeito do encontro realizado nessa quinta com os partidos que apoiam a candidatura de Neri Geller, o governador disse que a articulação de Neri é legítima, assim como a do senador Wellington.

“Eu não posso antecipar o processo eleitoral, já disse isso a eles, O processo eleitoral no Brasil era de 90 dias, a lei cortou para 45. Muitos estão querendo fazer agora de seis meses, abrir uma campanha muito antes. Eu tenho que me dedicar junto ao processo de gestão, das entregas à população. Se eu for candidato, eu tenho algumas características, uma delas, eu sou muito focado nos meus maiores objetivos e dentre os objetivos está na ponta como, em primeiro lugar, entregar resultados, melhorar a vida das pessoas”.

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