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Mauro diz que ainda é cedo “cravar” como serão as alianças e os palanques em Mato Grosso

Governador avalia cenário político com cautela e afirma que definições dependem das mudanças partidárias e das candidaturas oficiais
Crédito - Mayke Toscano/Secom-MT

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O governador Mauro Mendes (União) afirmou que ainda é prematuro tentar prever como ficará o cenário político no estado para as próximas eleições. Segundo ele, as articulações partidárias e a definição dos palanques ainda dependem de etapas importantes do calendário eleitoral, como o período de mudanças de partido e a confirmação oficial das candidaturas.

“O cenário ainda está muito cedo para a gente ficar cravando o que deve ou não deve acontecer. Nós temos que esperar terminar o prazo regulamentar para as mudanças partidárias, ver quem realmente será ou não será candidato. Lá na frente vai ter muitas discussões”, declarou.

A avaliação foi feita ao ser questionado sobre a possibilidade de os pré-candidatos ao Governo de Mato Grosso Otaviano Pivetta (Republicanos) e Wellington Fagundes (PL) aparecerem juntos em um eventual evento político do senador Flávio Bolsonaro (PL) em Cuiabá, caso ele dispute a Presidência da República.

Apesar de evitar previsões sobre possíveis composições, Mauro destacou que o perfil político do eleitorado mato-grossense tende a se identificar com candidaturas alinhadas à direita.

“Eu defendo que aqui em Mato Grosso a gente apoie um candidato ligado à direita. Majoritariamente, a população do estado se encaixa nesse perfil, numa identidade ideológica”, afirmou.

O governador também ponderou que a existência de mais de um palanque em uma mesma disputa eleitoral é algo recorrente na política brasileira e não representa necessariamente um conflito entre lideranças.

“Palanques múltiplos são muito comuns na história política do Brasil e de Mato Grosso, mas é muito cedo para ficar antecipando o que vai acontecer lá no mês de julho”, disse.

Mauro ainda comentou sobre a força política do ex-presidente Jair Bolsonaro e a influência que o sobrenome da família ainda exerce nas eleições.

“Eu reconheço que o nome Bolsonaro, pela liderança de Jair Bolsonaro, é muito forte, muito grande. Não tem como ninguém nesse país deixar de reconhecer isso. Basta ele dizer que o filho dele é candidato a presidente que ele já pula na frente das pesquisas. Isso mostra capacidade de liderança e de transferir votos. Isso é fato”, afirmou.

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