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Limpurb e Secretaria de Obras vão fazer a reforma completa na Orla do Porto I, que apresenta rachaduras

Orçada em R$ 16 milhões, a obra foi entregue em 26 dezembro de 2016 pela gestão anterior e parte da estrutura vem apresentando defeitos desde a entrega
Foto: Luiz Alves

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A Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP) e a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), da Prefeitura de Cuiabá, irão deslocar nesta quarta-feira (15/2) equipes para avaliarem a situação da Orla do Porto I, que precisará passar por uma reforma completa.

A obra foi entregue em 26 dezembro de 2016 pela gestão anterior a de Emanuel Pinheiro, sendo orçada em R$ 16 milhões. A Orla do Porto I tem uma extensão de 1.350 metros, margeando a Avenida Beira Rio e início da Granja Fenelon até a Praça Luís Albuquerque, em frente ao Museu do Rio. Parte da estrutura vem apresentando defeitos desde a entrega.

Após intensas chuvas, parte do pavimento apresentou rachaduras na tarde dessa terça-feira (14/2). Por medida de segurança, foi realizada a interdição de parte da região para a imediata substituição do piso, que não atende a exigência de suportar grande trânsito de pedestre.

O diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite, esclareceu que a área será avaliada também pela Defesa Civil de Cuiabá e as medidas cabíveis serão imediatamente adotadas visando garantir a segurança do público que visita o tradicional cartão postal da cidade.

“A engenharia apresenta defeito na estrutura desde sua inauguração em 2016. Emergencialmente, iremos atuar para substituição do piso e instalação de pavimento de mesma qualidade da Orla do Porto II, uma iniciativa da gestão Emanuel Pinheiro. Nos pautamos em garantir a qualidade na reforma e construção dos espaços de lazer de nossa cuiabania”, asseverou.

Em dezembro de 2021, o prefeito Emanuel Pinheiro inaugurou a reconstrução da Vila Cuiabana, atrativo turístico que integra a Orla do Porto I, que também precisou passar por reforma após parte do cenário começar a desabar.

A reconstrução do projeto que representa os casarões coloniais da capital custou mais de R$ 1,1 milhão.

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