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Justiça mantém prisão de coronel do Exército; juíza manda investigar suposta violência

Ela ainda determinou que seja enviado ofício à Promotoria dos Direitos Humanos, com cópia da ata

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A juíza Giselle Maria Coelho de Albuquerque, da Vara de Precatórias Criminais de Belo Horizonte, manteve a decisão que decretou a prisão temporária de um militar da reserva, referente a um processo de uma vara criminal de Cuiabá-MT.

Ela ainda determinou que seja enviado ofício à Promotoria dos Direitos Humanos, com cópia da ata, da mídia da audiência de custódia realizada e dos documentos que determinaram a prisão do autuado, a fim de que seja apurada a “violência psicológica” alegada pelo acusado, por não ter sido observada a sua prerrogativa de militar do exército, e também em função da “compleição física dos policiais”, que cumpriram a prisão.

O caso:

O advogado Roberto Zampieri foi morto com 10 tiros dentro do próprio carro em frente ao escritório, em Cuiabá. Uma câmera de segurança registrou o momento do crime. Ele foi surpreendido por um homem de boné, que disparou pelo vidro do passageiro, e fugiu em seguida.

As equipes de socorro médico foram até o local, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu. O suspeito chegou a ficar cerca de uma hora aguardando a vítima sair do local.

De acordo com o delegado, o suspeito utilizou uma caixa revestida com saco plástico para esconder a arma do crime, e que o objeto também pode ter sido usado para abafar o som dos disparos.

O delegado da Polícia Civil, Nilson Farias, disse que o atirador aguardava o advogado na frente do escritório e que a vítima tinha um veículo blindado há mais de 5 anos.

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