O investigador J.V.G., 39 anos, apontado como o autor do tiro que matou o idoso João Pinto, 87 anos, já foi acusado por uma policial civil pelo crime de estupro de vulnerável. A denúncia, obtida pela reportagem, aponta que o suposto crime ocorreu em novembro de 2022.
O crime sexual teria ocorrido em Goiás quando ela e o investigador estavam em uma viagem a serviço. A agente detalhou que o estupro teria ocorrido após ela, o suspeito e mais um policial irem a uma balada se distrair.
A vítima explicou que o crime ocorreu depois que essa terceira pessoa foi tomar café da manhã e ela ficou com o suspeito em um dos quartos do hotel.
A policial ainda contou no boletim de ocorrência que viu o momento em que o investigador colocou um comprimido em sua bebida. O suspeito ainda teria mostrado o “remédio” à colega.
Ela ainda relatou no documento que avisou o investigador que não podia tomar nenhum tipo de droga, pois tem problema no coração. A vítima ainda tomou remédio para dormir ao chegar ao quarto de hotel, porque tem problemas com insônia.
“A vítima que é muito sonolenta percebeu o suspeito se esfregando nela e que a mesma disse para que ele saísse da cama dela e se afastasse, mas que só depois quando acordou e foi tomar banho a mesma sentiu ardência nas partes intimas”, diz trecho do documento.
O caso foi registrado como estupro de vulnerável e é investigado pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil, assim como a morte de João Pinto. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do investigador.

















