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Mendes diz que anuncia chamamentos dos aprovados do concurso da Segurança até a próxima semana

Há mais de 10 anos o Governo de Mato Grosso não realizava concurso para a área, que vai contemplar cargos de escrivão e investigador de polícia, soldado e oficial do Corpo de Bombeiro e soldado e oficial do corpo de saúde da Polícia Militar

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O governador Mauro Mendes (União) disse que até a próxima semana anuncia quando irá chamar aprovados no concurso de cadastro de reserva para a Segurança Pública. O concurso foi aplicado e conduzido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) no ano passado e teve o resultado homologado em dezembro de 2022.

“Agora no final do mês eu decido isso”, disse o governador, na noite desta segunda-feira (20), ao ser questionado pelos jornalistas durante a Safra Show, na cidade de Lucas do Rio Verde (335 km de Cuiabá).

Há mais de 10 anos o Governo de Mato Grosso não realizava concurso para a área, que vai contemplar cargos de escrivão e investigador de polícia, soldado e oficial do Corpo de Bombeiro e soldado e oficial do corpo de saúde da Polícia Militar.

Críticas ao Congresso Nacional

Questionado sobre a guerra de facções no norte do Estado, o governador voltou a fazer críticas ao Congresso Nacional. O chefe do Executivo disse que enquanto o Legislativo federal não endurecer as leis outros crimes serão vistos nos municípios polos.

“O governo está fazendo a parte dele, está investindo em armamento. Nós temos a Polícia Militar mais bem equipada do Brasil. Nós investimos em tecnologia, em câmeras de segurança e iluminação. Tudo que é possível fazer, o governo está fazendo”, explicou.

Mendes ainda lembrou dos investimentos feitos na Segurança Pública. Segundo ele, a Polícia Militar é uma das mais equipadas do Brasil.

“Estamos construindo vagas de presídio. Foram quase cinco mil vagas construídas nesses quatros anos. Nós somos talvez o único estado brasileiro que para cada preso nós temos uma vaga no presídio. Agora, o problema da criminalidade do Brasil é um só. A lei brasileira é frouxa. O Congresso Nacional não faz a sua parte para revisitar essas leis e tornar mais eficiente, mais eficaz”, concluiu.

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